Revista Recre@rte Nº6 Diciembre 2006 ISSN: 1699-1834      http://www.iacat.com/Revista/recrearte06.htm

 

CREATIVIDADE,
DESENVOLVIMENTO HUMAN
E SAUDE HOLÍSTICA.

 

Carlos de Sousa
Master en creatividade

 

 

1 - CRIATIVIDADE E ORTODOXIA CIENTÍFICA

 

“ A grande dificuldade do homem moderno está precisamente em confiar em algo que não consegue tocar, que não consegue captar. Como confiar em algo que não se consegue compreender minimamente com nenhum dos cinco sentidos ?”

Kurt Tepperwein – in “ Superintuição “

 

1.I - PERCEPÇÃO CONSCIENTE – ocorrência ao nível da razão que se expressa por palavras. A verbalização dá-nos certeza e confiança; aprendemos assim desde crianças. Processamos com os cinco sentidos tudo o que percepcionamos – vemos tocamos, cheiramos, ouvimos e saboreamos.

 

1.II – PERCEPÇÃO INTUITIVA – ocorrência nos níveis essencialmente energéticos que dificilmente se deixa reduzir a palavras. Não a podemos ver, tocar, ouvir, cheirar ou saborear.

 

1.III - CRIATIVIDADE – Capacidade de criar / realizar ( * ); de envolver-se numa actividade em que algo novo comece a existir; de desafiar limites e crescer ou...

a.    Tomada de decisão tendente a resolver um problema, situação,           doença;

b.    Acto de libertação psicológica; desprendimento de uma visão ultrapassada da realidade.

 

 

( * ) - CRIAR / REALIZAR – causar; dar origem a...; começar a existir ; sintetizar; romper. ( satisfazer necessidades por via de motivações, pensamentos, visualizações, produtos ).

in Webster’s  World Dictionary

 

O acto criativo é um processo construtivo, complexo e contínuo. Pode ser uma celebração libertadora, uma experiência culminante, um momento de felicidade ou uma expressão de amor. Todavia, não é fácil ser criativo na medida em que, criatividade, é energia e poder transformador - pensamentos, atitudes,  comportamentos, situações –  é desafio e ambiguidade, é dor, gozo  e luta com os  demónios que bloqueiam a realização dos nossos sonhos. De qualquer forma, é bom que fique claro que não existe objecto criativo sem que, nos diversos momentos estruturantes de um processo produtivo, a naturalidade e a determinação, a ousadia e a simplicidade, o caos e a ordem, o divertimento e o trabalho, não se tenham feito sentir com exuberância.

 

1.IV – ORTODOXIA - O paradoxo da ortodoxia científica é o de não contemplar ainda, com a mesma importância, as características e comportamentos que assumem um caracter bastante positivo no desenvolvimento das energias puras, como p. ex. a intuição: serenidade, humor, alegria de viver, admiração juvenil, capacidade de olhar-se a si mesmo com os olhos da alma. Dito de uma forma mais clara, toda a evolução humana depende da aliança entre a lógica e a espiritualidade.  Afinal, somos ou não, energia tripartida – que se manifesta em três planos diferentes? 

 

 

2 - CRIATIVIDADE  - “ FONTE ENERGÉTICA “

 

2.I - MANIFESTAÇÕES DE ENERGIA:

 

a.                       Plano Mental – pensamentos e conceitos

b.                       Plano Emocional – sentimentos

c.                       Plano físico – corpo

 

2.II - TIPOS DE ENERGIA:

 

a.                       Motivada / ACTIVIDADE – direccionada para um objectivo

b.                       Elevada / Celebração  / ACÇÃO – momento presente / “ sincronia “ / relaxamento.

 

2.III - ACTIVIDADE – Proveniência de uma mente inquieta; fuga de si mesmo; programação imposta desde o exterior, por exigência de uma determinada situação. O meio em que vivemos espera que tenhamos uma actividade constante, mas... para que o acto criativo aconteça, é forçoso que toda a actividade seja gradualmente afastada, até extinguir-se. Quem está em movimento não pode pôr nada a andar. O homem moderno deita-se cansado e esgotado para, no dia seguinte, voltar a enfrentar corajosamente as suas actividades.

 

2.IV - ACÇÃO – Proveniência de uma mente silenciosa; energia criativa imediata – espontânea -  que não dá hipótese a qualquer preparação. Expansão energética que acontece quando há relevância. Criação é, assim, a acção que nos permite observar, com total consciência - e serenidade - o que se está a passar no momento. Na ACÇÃO, está contido todo o tipo de criatividade, libertação e entrega, uma das experiências humanas mais culminantes.

2.V - ENERGIAS CRIATIVAS ( * ) – Síntese de beleza, celebração, sensibilidade, divindade, transformação. Quando tudo isto coexiste e é libertado estamos na presença de energias criativas. 

 

( * ) – Algo que não pode ser forçado e que exige a compreensão da natureza de uma actividade, bem como das correntes ocultas que nela existem. Se não é possível descontrair, relaxar, florescer, a criação não flui.

 

2.VI - RELAXAMENTO – acção / criação; ausência; entendimento; não actividade; viver e desfrutar o momento; estar no aqui e agora sem que as energias se movam para o futuro ou para o passado. Não há que pensar, nem ser, nem ver nada. O pensamento flui livremente e o momento é tudo. O tempo pára ali, porque não existe outro momento.

 

2. VII - INTUIÇÃO – ocorrência espontânea que é possível activar  conscientemente. Por carregar o saber de todos os tempos, a intuição provém de um mundo inteiro que está dentro de nós. Á medida que a razão e o pensamento são silenciados, o conforto instala-se dentro de nós. A intuição é a percepção directa de uma realidade - cujo alcance universal e ilimitado – nos conduz para lá de todas as fronteiras. Por isso, permite, sempre, encontrar a  decisão acertada.

 

2.VIII - TIPOS DE INDIVÍDUOS:

 

a.                       Unidimensionais / Não Integrais – alcançar objectivos de qualquer modo e a qualquer preço. O falhanço: incapacidade para despertar uma nova consciência na humanidade e criar um planeta belo. A mente colectiva como caminho certo.

 

b.                       Tridimensionais / Integrais – SER / CONSCIÊNCIA ; SENTIR / COMPAIXÃO; AGIR / CRIATIVIDADE.  Finalidade: destruir a mente colectiva e levar a que o indivíduo seja respeitado na sua revolta / liberdade individual.

 

 

3. INIBIDORES DA PAZ E CRIATIVIDADE PESSOAIS

 

“ Logo que a patologia desapareça, todas as pessoas se transformam em criadores. Que se entenda com tanta profundidade quanto possível: só as pessoas doentes são destrutivas. As pessoas saudáveis são criativas. A CRIATIVIDADE É O PERFUME DA SAÚDE REAL. Quando uma pessoa é saudável e completa, a criatividade surge de uma forma natural, o desejo de criar vem à superfície. “

 

Osho – in “ Criatividade – libertar as forças interiores “

 

Infelizmente – não são já poucas as pessoas que o crêem – a família e a escola são poderosas fontes de perda de paz. Na Nova Era, aquelas instituições  continuam a não ocupar-se da busca do sentido das coisas e da existência. Enquanto a família e a escola não forem capazes de expandir  o conhecimento, a imaginação criativa será mal tolerada e desprezada, a vida um enfado.

 

A vida, é uma dádiva que acontece para além da nossa vontade. Seria bom que percebêssemos que, na maioria das vezes, o que nos ajuda a crescer não é o que fazemos intencionalmente, mas o que ocorre involuntariamente – por força de energias ocultas que devemos perceber. Quanto mais preparados, abertos  e receptivos estivermos para lidar criativamente com o imprevisível, mais saberemos como atrair momentos impregnados de possibilidades. Bem ao contrário do que nos é ensinado, quanto mais forçarmos determinados pensamentos mais bloquearemos as hipóteses de que esses pensamentos se concretizem.

 

Analisemos - numa síntese de apenas quatro - os bloqueios pessoais com que, desde cedo, a família e a escola nos limitam a experimentação holística:   

 

a.                       MEDOS - de fracassar e de enfrentar problemas; do divertimento e do desconhecido; de ser abandonado e de estar sozinho; de dogmas e conceitos destrutivos.

b.                       ANSIEDADE - o ansioso, porque está sob tensão, geralmente desliga-se das fontes de imaginação; nega-se à mudança e prefere acomodar-se no tradicional. Avalia-se / julga-se prematuramente.

c.                       BAIXA AUTOESTIMA - “ somos o que pensamos, porque o pensamento é acção “; quem pensa que não é capaz, que não é criativo - ou que não presta - dificilmente terá algum êxito. Estar bem consigo mesmo - lidar adequadamente com o crítico interior - é um dos maiores desafios criativos que se colocam ao indivíduo.

d.                       VAMPIRISMO PSÍQUICO – actividade regularmente praticado por personalidades narcisistas, de grande criatividade e sucesso, que exploram as fraquezas e os aspectos incompletos da personalidade alheia. Alimentam-se da bondade dos outros que, propositadamente, confundem com fraqueza. ( Picasso é dado como exemplo por, ao longo do seu caminho, haver destruído várias vidas – algumas por suicídio ).  

 

 

 4.O PODER CRIATIVO DA MENTE NA SAÚDE E NA CURA

 

DOENÇA – estagnação, apego a coisas e pessoas; paragem no caminho / espiral evolutiva. Adoecemos primeiro no plano mental, depois no emocional e por fim no físico. Uma alma conturbada é geradora de conflitos e leva-os a degenerar em agressão e violência.

 

 

SAÚDE – capacidade de resposta às exigências da vida; saber enfrentar desafios e como superá-los – sem necessidade de protecção contra o sofrimento. Ganhar versatilidade e habilidade para viver com arte. Um espírito / mente bem preparado dispõe de instrumentos que lhe permitam resolver os conflitos da melhor forma. ( Os conflitos não deixarão de existir, mas o conhecimento adquirido ajudará a resolvê-los de forma pacífica, clara e sábia ).

 

Para ser bem sucedido no mundo das energias criativas – na concretização dos próprios desígnios – cada indivíduo deve saber como sintonizar-se com o seu EU íntimo / superior, conhecer-se e assumir-se, gostar de si mesmo. Em suma, ser quem é, de facto. Só quando estamos de bem connosco  sabemos o que fazer – e como fazer -   para criar o que desejamos.

 

Felicidade, criatividade, paraíso, estão dentro de nós. A família e a escola ensinam-nos, desde muito cedo, a buscar a felicidade nos lugares errados, a procurar fora de nós o remédio para os nossos males interiores. É desta forma que  os conflitos internos, as carências afectivas e as feridas emocionais - apesar de qualquer progresso exterior que nos rodeie - permanecem activos; emaranhados em angústias e estresse somos medrosos e tornamo-nos agressivos. O aprisionamento / sofrimento  mental torna-nos doentes. Tentamos a libertação investindo na  aparência, na fachada de um progresso exterior fantasmagórico, fugimos das nossas sombras - de nós mesmos; não crescemos integralmente. Se o progresso exterior e a aparência resolvessem os nossos problemas, os ricos e os financeiramente poderosos não necessitariam de embebedar-se, drogar-se e... nos limites de suicidar-se. Se o fazem, é exactamente porque os estados conflituosos que resultam da impossibilidade de alcançar a tranquilidade, o bem-estar, experiências significativas, não estão forçosamente ligados às disponibilidades financeiras, nem ao estatuto social. Pierre Weil, cita François Cloutier a este respeito: “ o indivíduo com boa saúde mental aceita-se como é, conhece os seus limites  e nunca se lamenta em excesso. Sabe situar-se em relação ao mundo exterior e, por isso, os seus desejos são proporcionais às suas possibilidades “.

 

O desequilíbrio interior é o mais avultado gerador de doença.. Onde não há liberdade psicológica nem desapego, não há harmonia nem sincronicidade; não há saúde. O conceito de Saúde não deve  limitar-se à ausência de doença. Para os  holistas, Saúde é indissociável  das capacidades de resposta - de cada um e de todos - às exigências da vida,  aos desafios emergentes e como superá-los. Nesta  perspectiva, a Cura resulta de um processo de aproximação consciente à própria verdade, à realidade intrínseca, à ausência e à dissolução da mentira que carregamos ao longo da vida. No fim da linha, podemos entender que a saúde procede apenas da superação de medos, da arte de resolver e viver / da fruição criativa dos momentos.

 

5. O PRINCÍPIO CRIATIVO DA SAÚDE HOLÍSTICA

 

Holístico, significa integral, universal. A concepção holística de saúde não separa os componentes físico, emocional, mental / espiritual de cada indivíduo.  Somos... PARTE E TODO. A expressão somática da doença é o reflexo de conflitos, tensões, dúvidas, ansiedade e falta de harmonia entre os diferentes níveis de uma totalidade tripartida. Adoecemos quando não somos capazes de ter uma atitude criativa perante a vida – espiritual, mental, física. A perturbação somática é, apenas, o último patamar, o limite, o sintoma, a consequente chamada de atenção para a nossa insuficiência criativa de integração universal – pensamentos,  acções, produtos. A MENTE CRIA E O CORPO OBEDECE-LHE, isto é, comunicam-se e produzem, constantemente. Para ser saudável / viver em unidade / sincronicidade, cada um terá de despertar os sentidos, ouvir as mensagens subtis, deixar fluir o positivismo latente e integrar as  energias criativas.

 

Uma parte considerável dos males físicos de que padecemos são causados pela DOENÇA DA MENTE. Enquanto não nos libertarmos psicologicamente de cargas emocionais que carregamos - por havermos assumido culpas que não nos cabiam em determinados momentos, nem havermos assumido responsabilidade realista noutros – permaneceremos mentalmente doentes. E, na qualidade de seres BIO-PSICO-SOCIAIS - que indubitavelmente somos - a saúde será tanto mais total / global / holística, quanto maior for a harmonia que consigamos abarcar no CORPO, na MENTE, nas EMOÇÕES e nos RELACIONAMENTOS.

 

A origem da DOENÇA, tal como aqui vem sendo abordada – energética -   não é efeito da falta de saúde, mas da ausência de amor próprio, isto é, da ocorrência de estados mentais negativos que afectam o organismo daquele que os sofre - pela sua percepção e relação com o meio envolvente.

 

Não há tentativa de preenchimento do vazio interior com coisas ou pessoas externas, que tenha capacidade de curar-nos. O processo é endógeno. A posse, torna-nos egoístas, possessivos, desconfiados, medrosos, agressivos. Em síntese, DOENTES. E, tanto mais doentes, se temermos que nos despojem daqueles bens exteriores que – erroneamente – pensamos sustentar a nossa segurança.

 

Que não nos iludamos com o progresso exterior, porque é a separação da nossa própria essência que nos mantém prisioneiros de preconceitos  e julgamentos, de rotinas quotidianas e  apego que, em si mesmo, são alienantes. ( Um carro, uma jóia, um / uma amante, uma ideia sem consequências, enquanto arremedos de prazer, não podem ser fonte de equilíbrio ). A busca exterior é a negação da própria harmonia e a fonte de toda a conflitualidade. A posse pode ser – momentaneamente – voluptuosa, mas é – literalmente – superficial,  falsa e efémera, na medida em que a fuga à verdade não nos evita as dores do crescimento, nem as suas consequências. Esta falta de coragem para descobrir-se e enfrentar-se é a negação da atitude criativa e da própria  transcendência. Quem não tem coragem para ser criativo, torna-se conformista e autoritário, encurta as vistas, é dependente, medroso, desconfiado, adopto e segue a mentalidade de manada – é UNIDIMENSIONAL, encarna o falhanço. O ser unidimensional, como qualquer obsessivo-compulsivo, tem uma baixa tolerância à ambiguidade, teme e bloqueia a expressão do seu maior bem: SER CRIATIVO, NA SUA PRÓPRIA LIBERDADE DE ESCOLHA / TOMADA DE DECISÕES. E, porque toda a decisão é libertadora, não será exagero afirmar que doente é quem é incapaz de tomar decisões.

 

6. FINALMENTE

 

Os fundamentos da terapêutica holística conduzem a uma visão não fragmentada do ser e visam devolver e integrar o indivíduo em estados de harmonia interior. Caminhamos a passos largos para a realização de um dos principais objectivos da holística: a integração da ciência ortodoxa com a tradição espiritual / criativa - áreas que ao longo dos últimos séculos foram sendo separadas, por conta do domínio absolutista da razão.

 

Porém, não gostaria de concluir sem uma palavra de apreço para a VISUALIZAÇÃO CRIATIVA enquanto instrumento poderoso e relevante na criação e manutenção de estados modelares de saúde. Esta estratégia criativa gera ordem e serenidade interior porque actua directamente no interior / na fonte do problema – desde os conceitos e representações mentais. A visualização criativa constitui a melhor ajuda num processo de cura, mesmo que em concomitância com outros tratamentos ou administração de medicamentos. Como não tem qualquer contra-indicação, cabe aos seus patrocinadores toda a legitimidade de divulgá-la como metodologia saudável que pode e deve complementar qualquer terapêutica.

 

As técnicas e os movimentos de relaxamento e visualização criativa propiciam um trabalho de aproximação à essência de cada indivíduo, o que desperta e desenvolve, directamente, as emoções construtivas - e as energias criativas.

 

É no espírito, nos pensamentos, nas emoções, nos sistemas de crenças e limitações que tudo começa; para reflectir-se, posteriormente, no corpo físico - na expressão da alma - nas nossas células, tecidos, músculos. Quando é que nos falta a saúde?. Quando há disfunção na cadeia de acção – resposta entre os diversos planos do nosso ser. Todos os nossos conflitos nascem dos limites da fantasia do Universo. Na desarmonia consigo mesmo – com os seus mundos interno e externo – o Homem gerou o conflito, as sociedades violentas, destrutivas, doentes. É por doença - por falta de responsabilidade e liberdade - que a família e a escola continuam a ensinar a busca de culpados como solução para os seus próprios erros. Por isso, castiga, agride e reprime sem dó nem piedade – julgando que resolve as suas frustrações.

 

Mas...sonhamos com a felicidade, o prazer e a alegria. Porém, são ainda poucos os que sabem que  o paraíso e o inferno estão dentro de nós. A questão é só de escolha.

 

Sofremos moralmente porque procuramos tudo no lugar errado. Fomos habituados a procurar fora de nós o que está dentro de nós. É dessa ignorância que advêm as doenças que tememos: úlceras gástricas, problemas cardiovasculares e neurológicos, infelicidade. Em suma, os males físicos são causados por mentes doentes.

       

7. O APELO

 

       Que neste momento, e neste espaço, nasça uma nova percepção das coisas. Restituamos unidade ao conhecimento cujo objectivo único é o de atingir a sabedoria e a consciência plena. SEJAMOS CRIATIVOS, porque só dessa capacidade energético - criativa de indivíduos que compõem uma sociedade, pode resultar a cura das  enfermidades que afectam essa comunidade.

 

 

APOIO BIBLIOGRÁFICO

 

Calle, R. –2000 -  “ Terapia Emocional – la salud de los sentimientos“; ed. Temas de Hoy, Madrid - España

Dethlefsen, T. & Dahlke, R.  2002 - “ A Doença Como Caminho “ – ed. Pergaminho, Cascais - Portugal

Krishnamurti – 1992 -  “ O Despertar da Sensibilidade “; ed. Estampa, Lisboa - Portugal

Osho – 2004 – “ Criatividade – libertar as forças interiores “ – ed. Pergaminho, Cascais - Portugal

Tepperwein, K. – 2002 – “ A Superintuição “  - de. Pergaminho, Cascais - Portugal

Weil, P. – 1991 – “ Holística – uma nova abordagem do real “; ed. Palas Athenas, São Paulo - Brasil

Weil, P. – 1993 – “ A Arte de Viver em Paz “; Unesco – Paris, ed. Gente, São Paulo – Brasil

Van Praagh, J. – “ O Despertar da Intuição “; ed. Sextante – Rio de Janeiro - Brasil

 

 

Carlos de Sousa

MICAT / UFP – Ponte de Lima / Portugal - Julho 2004

 

 

 

3º ciclo de formación en Creatividad acorde con la C.U.E.

               > Master profesional (abierto a todos)
               > Master Académico (para titulados)
               > Doctorado (para masters)

Julio 2007. Encuentros Creadores. Escuela de verano de la Creatividad.    www.micat.net